Um mês que durou um ano

Hoje é 31 de março de 2023, último dia do mês que foi uma montanha russa de sentimentos. Esse mês quase não passou e foi como se eu tivesse desprendido um ano inteiro só para ele. 

Não tenho mais nada. Dinheiro? nope! Sono? Nope! Sanidade mental? Nope!

A preocupação e o estresse tem tomado um pouco de conta de mim e eu tenho sentido minhas energias serem sugadas. Com certeza não estou sabendo lidar com meus sentimentos. Preciso voltar para a terapia. Anotação: voltar para a terapia agora em abril. 

Inclusive, revendo o que eu havia me proposto para o mês de março, percebi que não cumpri quase nenhuma das promessas. Cuidar da saúde praticamente ficou em último lugar. E eu tenho visto que isso é algo que acaba me prejudicando. Uma consequência disso são minhas horas de sono que tem sido cada vez menores, tenho dormido a tarde para compensar e fico no looping eterno de: não durmo de madruaga, acordo cedo, durmo a tarde e não consigo dormir a noite, não durmo de madrugada...

Bom, mas a ladainha parou agora (é sério). Chegou a hora de fazer algo por mim - até porque se eu não fizer, quem mais? 



Promessas a serem cumpridas (e serão) agora em abril:
- Voltar a correr;
- Voltar para a academia;
- Retornar a ler;
- Regularizar meu sono;
- Regularizar minha dieta;
- Voltar para a terapia.

Começar a procurar para começar em maio:
- Retornar para o Yoga;
- Retornar para as aulas de dança.

Pode parecer muita coisa para se iniciar em abril, mas são ações básicas, que já estavam na minha agenda e falta apenas um pouco de coragem e força de vontade para (re)começar. 

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