Hello, 31!
Cheguei aos meus 31 anos!
Não sou uma pessoa de comemorar o meu aniversário. Apesar da minha fmaília gostar bastante dessas datas comemorativas, eu sempre fui muito indiferente ao meu aniversário. Não sei o motivo, talvez porque eu pense ser uma data mais triste do que alegre. Aliás, mudo, não triste, mas emotiva. Para mim, o meu aniversário é igual ao Natal. Que eu até gosto, mas a comemoração em si é algo melancólico. Talvez por isso eu nunca tenha gostado do meu aniversário.
Apesar de não gostar muito do meu aniversário, sinto que este ano eu preciso comemorar. O tanto que eu cresci e evoluí só em 2023 parece que veio como um tapa na minha cara me dizendo "Demorou 30 anos para você crescer de verdade, né?".
Eu acho que o morar sozinha contribuiu bastante para esse processo de evolução, crescimento e digo até amadurecimento. Responsabilidades que eu nunca imaginei que teria na minha vida, medos também e principalmente frustrações. Porém, essas frustrações foram o que mais me fizeram amadurecer em 2023. Não faço o tipo gratiluz, mas hoje agradeço a todas as decepções e momentos ruins que eu tive para que eu pudesse
Geralmente faço uma retrospectiva de como eu estava no ano anterior (neste caso com os meus 30 anos) e como estou hoje. Com 30 me via morando na casa dos meus pais, em um péssimo emprego (falo das relações de trabalho) com um bom salário e em um relacionamento fracassado. Falando assim, parece que foi um péssimo ano, mas até que foi bom. Consegui me firmar como Head Teacher na melhor escola internacional de Fortaleza, passei no meu mestrado e consegui um emprego com um salário muito melhor em outro estado.
Hoje com 31, estou em uma outra cidade, ainda morando com a minha mãe (porém isso vai mudar em breve), em um emprego excelente (financeiramente e nas relações de trabalho também) e decidi terminar o relacionamento que já não andava muito bem há alguns anos.
De um ano para o outro foram muitas mudanças. Mudanças dolorosas, boas e necessárias. O mudar é muito difícil, mas importante para que a vida ande e continue seu percurso natural.
Os 30 me doeu mais do que os meus 31. Incrível! Talvez porque aos 30 a minha vida ainda não estava nem perto de ser resolvida, aos 31 ela começou a se resolver. E eu tenho um pressentimento bom do que virá nos próximos meses.
Hello, 31... Welcome!



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